Com pelo menos 60% da população sem a arcada dentária completa, o mercado de implantes encontrou grande demanda no Brasil e espaço para crescer. Ao longo dos últimos anos o processo foi nacionalizado e diversas empresas do setor criaram filiais no Brasil, o que contribuiu para que o País se tornasse o terceiro maior mercado de implantes dentários no mundo. As informações são do implantodontista e professor de Cirurgia e Prótese da Universidade Metodista de São Paulo, José Paulo dos Reis.
Até mesmo doenças estomacais podem estar relacionadas à falta de dentes, alerta especialista da Simplan Implante Dentário
Já se foi o tempo que ultrapassar os sessenta anos era sinônimo de uma vida inativa. Hoje, a terceira idade marca presença em
todos os cantos da cidade em diversas atividades. A aposentadoria e/ou saída de casa dos filhos crescidos dão o espaço que esses milhões de brasileiros precisavam para se cuidar cada vez mais e prolongar os anos de vida. Pessoas com mais de 60 anos tem uma vida extremamente ativa, viajando para Miami e outros lugares para curtir as férias em grande estilo.
No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a expectativa de vida dos brasileiros saltou de 69 para 72 anos em 10 anos.
Mas como viver mais e com qualidade de vida? Um bom começo é cuidar da saúde física e mental, mas sem esquecer dos cuidados odontológicos. De acordo com o cirurgião-dentista e diretor técnico da Simplan Implante Dentário, Dr. Gabriel Lembo, os idosos, frequentemente, apresentam doenças gengivais, têm cáries e problemas nas raízes dos dentes. E, não raro, ausência total ou parcial dos dentes, o que causa desconforto estético e também prejudica o organismo como um todo.
“Para fugir das cáries e doenças gengivais, a melhor medida é visitar regularmente o dentista, utilizar creme dental com flúor e fio dental a cada refeição e, principalmente, evitar consumo excessivo de alimentos ricos em açucares, além do tabaco. Esses cuidados certamente prolongam a vida dos dentes naturais e evitam uma possível perda de um ou mais dentes”, diz o especialista em implantes.
E se as perdas já aconteceram, a melhor medida é repor os dentes, pois, de acordo com o Dr. Gabriel Lembo, cada dente possui uma função especifica e a falta de um ou mais prejudica a mastigação e a digestão, já que os alimentos não chegam devidamente triturados ao estômago, além de ocasionar outros problemas de saúde. “Poucos imaginam, mas doenças estomacais podem estar relacionadas à falta de dentes”, afirma.
Hoje, para a reposição dos dentes existem opções, que fogem das velhas conhecidas próteses removíveis, popularmente conhecidas como dentaduras: são os implantes dentários (com prótese fixa), que facilitam a vida do paciente na hora da higienização e não têm contra-indicação. “Os implantes podem ser colocados em pacientes cardíacos ou diabéticos. Mas é importante dizer que cada caso deve ser analisado individualmente. A higienização é similar aos dentes naturais: escovação e uso de fio dental após as refeições. É uma vida normal, com boa mastigação e confiança no sorriso”.
O procedimento, segundo o Dr. Gabriel Lembo, consiste na colocação de pinos de titânio na gengiva, que são fixados no osso maxilar ou mandibular no lugar da raiz dos dentes perdidos. Em seguida é instalada uma coroa dentária ou uma prótese de vários dentes, conforme a necessidade do paciente, posicionadas assim no lugar dos dentes naturais.
Neste artigo publicado originalmente no Innovations Implant Journal os autores discutem a falhas em implantes dentários que podem ser ocasionadas pelo bruxismo.
Leia o resumo do artigo e no fim , você poderá fazer o download em PDF ( necessário adobe reader)
Falhas no tratamento com implantes dentários podem ocorrer quando este não seguir um correto planejamento tanto cirúrgico quanto protético. Perda óssea progressiva ao redor de implantes ósseointegrados é um dos fatores mais discutidos com relação às falhas de tratamento reabilitador. Uma das hipóteses debatida para esta perda é aquela provocada por aumento de tensões funcionais e/ou parafuncionais sobre as próteses sobre implantes. O objetivo deste artigo fora rever um dos fatores que deve ser considerado na elaboração do plano de tratamento, o bruxismo do sono.
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Equipe do Só Implantes Dentários
Neste artigo publicado originalmente no Innovations Implant Journal os autores discutem a a importancia do conhecimento da anatomia radiográfica do canal mandibular bem como suas variações.
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Neste estudo avaliamos a prevalência das diferentes variações anatômicas do canal mandibular e a visualização do forame mentual em radiografias panorâmicas, utilizando a classificação proposta por Nortjé. Em relação aos canais bífidos, utilizamos a classificação proposta por Langlais. A amostra foi composta por 915 radiografias, sendo 583 de mulheres e 332 de homens, brancos e negros. Para a descrição das proporções foi utilizado Intervalo de Confiança a 95%. Para comparação das proporções entre grupos foi utilizado o teste do qui-quadrado, sendo adotado nível de significância de 5% (p < 0,05). As diferenças morfológicas do canal mandibular não foram influenciadas pelo sexo e nem pela etnia, na amostra estudada; quando comparamos a amostra estudada com amostras obtidas por outros autores, houve diferença. Em relação à altura do canal mandibular, a maior ocorrência foi do Tipo 2 em mulheres e do Tipo 4 em homens; a menor ocorrência foi pra o Tipo 3 em ambos os sexos; para os canais que apresentaram bifurcação o Tipo 0 foi mais prevalente em ambos os sexos. A curva mesial do canal mandibular estava presente na maioria das radiografias interpretadas, porém essa diferença não é estatisticamente significante; o forame mentual não pode ser visualizado em 0,4% das radiografias, todas de homens.
In this study, the prevalence of the different anatomical variations of the mandibular canal and the view of the mental foramen in panoramic radiographs, using the classification proposed by Nortjé was evaluated. Regarding channels bifid, we use the classification proposed by Langlais. The sample comprised 915 radiographs, 583 were women and 332 men, whites and blacks. For the description of proportions was used Confidence Interval 95%. For comparison of proportions between groups was used the chi-square, with the level of significance of 5% (p < 0.05). The morphological differences of the mandibular canal were not influenced by gender or by ethnicity, the sample studied, when comparing the sample with samples obtained by other authors, there were differences, relative to the height of the mandibular canal, the most prevalent was the Type II in women and Type IV in males and the lowest prevalence was for Type III in both sexes, for the channels that showed the bifurcation Type 0 was more prevalent in both sexes; curve mesial of the mandibular canal was present in most interpreted the radiographs, but this difference was not statistically significant, the mental foramen can not be viewed in 0.4% of the radiographs, all men.
Radiografia panorâmica. Nervo mandibular. Mandíbula.
Radiography panoramic. Mandibular nerve. Mandible.
Fonte: http://www.innovationsjournal.com.br/artigo/114
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Neste artigo publicado originalmente no Innovations Implant Journal os autores discutem a perigosa relação entre fumo e implantes dentarios. Pacientes tabagistas correm mais riscos no pós operatório, podendo acasionar problemas de perda óssea na região peri-implantar.
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Este artigo tem como objetivo discutir de maneira enfática, a partir de revisões literárias nas mais diversas áreas diretamente relacionadas à saúde, a importância que os cirurgiões-dentistas, em todas as disciplinas da odontologia, devem se preocupar no tratamento de pacientes tabagistas, por se tratar de um fator prejudicial desde uma mais comum reavaliação e manutenção dentária até a cicatrização de cirurgias extensas e reconstrutivas. As interferências e intercorrências odontológicas causadas pelo hábito de fumar aqui descritas, relacionam não somente o prejuízo das mais de quatro mil substancias encontrada no cigarro, mas também o calor que este produz e que podem causas prejuízos irreparáveis na associação de intervenções cirúrgicas odontológicas.
The objective of this article is to emphatically explain, based on published studies in the most diverse areas of health, the reasons why all dental surgeons and professionals in all dental specialties should give the maximum importance and concerns to patients addicted to tobacco. Because it is a detrimental factor, from the most routine checkup and the filling of a cavity, to the healing process after a major surgery or a reconstructive surgery. The interferences and interactions listed here, caused by the smoking habit, are not only related to the damage caused by the more than four thousand substances found in a cigarette, but also by the heat in the mouth which can cause irreparable damage in association with a dental surgery.
Doenças periodontais. Tabagismo. Cirurgia bucal.
Periodontal diseases. Smoking. Surgery, oral.
Fonte: http://www.innovationsjournal.com.br/artigo/98