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Dicas

Quanto custa um implante dentário?

Quanto custa um implante dentário

Informar o preço de um implante é algo complexo e infelizmente não temos condições de informar isso como se fosse o preço de um sapato ou de uma camiseta, seria bem prático, mas a informação seria falsa e anti-ética.

Quanto custa um implante dentário?

Para se realizar um implante dentário, é necessária uma avaliação criteriosa do estado atual de sua saúde bucal, verificando dentes presentes e seu suporte ósseo e peridontal, estado das gengivas, tecidos moles adjacentes, oclusão ( que vem a ser a forma como seus dentes superiores se encaixam com os inferiores) linha do sorriso, e diversos outros fatores que não podem ser avaliados à distância. Além das informações clínicas temos diversos tipos de implantes no mercado, nacionais e importados e os valores variam também.

Por isso fuja de “orçamentos online” isso não existe, portanto cuidado.

Houve tempo no Brasil em que somente o Implante dentário chegou a custar US$ 1000 ( mil dolares) atualemente o  que podemos lhe adiantar é que você encontrará implantes dentários unitários a partir de R$ 500,00 mais o custo da prótese fixa que será instalada sobre o implante.
Posso fazer implante rápido com carga imediato?

O implante de carga imediata tem indicações muito precisas e para fazê-lo precisamos de uma tomografia computadorizada e realizar um exame clínico.?Somente depois disso é que poderemos saber se o seu caso tem ou não indicação para implante.

O implante dental é um investimento caro para mim, tenho outras opções mais baratas?

Sim. Caso não queira realizar o tratamento de implante há outras opções como ponte fixa e ponte removível.?A ponte removível é a opção mais barata entre elas.

Quais são as desvantagens do implante dental?

São poucas que podemos listar. algumas delas são o pós-operatório, tempo de espera para a osseointegração, resultado estético que em alguns casos não é o melhor.

Após o implante “concluído” há necessidade de uma manutenção. E o tempo entre uma consulta e outra irá depender de cada caso.

Existem algumas instituições de ensino que oferecem cirurgias de implantes dentários mais baratos. Você pode entrar em contato e saber mais detalhes.
Quanto custa um implante dentário?

Noticias

Professor da Unifesp desenvolve nova técnica de implantes dentários

Pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Radiologia e Ciências Radiológicas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) estabeleceu protocolos que determinam a sequência de procedimentos para a instalação de implantes e próteses dentárias por meio de cirurgias minimamente invasivas.

Sorrindo na 3º idade
Qualidade de vida na 3º idade e saude Bucal

Segundo o responsável pelo estudo, o cirurgião-dentista Giovanni de Almeida Prado Di Giacomo, um dos problemas enfrentados pelos especialistas em próteses é a compatibilidade entre o posicionamento dos implantes dentários e a posição ideal das coroas, o que proporciona resultados mecanicamente e esteticamente desfavoráveis.
Para resolver o problema, imagens obtidas por tomografia computadorizada são utilizadas no planejamento protético da inserção dos implantes, onde o especialista visualiza a imagem da futura prótese (tamanho e forma dos dentes). Com a associação entre os dados da tomografia e as tecnologias de projeto assistido por computador é possível realizar a simulação da cirurgia em ambiente tridimensional (cirurgia virtual).
Dessa forma, as imagens do projeto protético e do tecido ósseo são disponibilizadas em uma única ferramenta, um software. read more »

Implantes Dentários

Reabilitação Protética sobre implantes PARTE 3 – Prótese tipo “Protocolo”.

Prótese Protocolo

 

A prótese do tipo Protocolo é uma modalidade de reabilitação protética total fixa sobre implantes dentais.

 

Ela se caracteriza por ser uma peça protética suportada por 4 a 6 implantes na mandíbula ou arcada inferior e 6 a 8 implantes na maxila ou arcada superior, podendo variar esse número de implantes à depender da quantidade óssea presente em cada caso.

A peça protética é constituida basicamente por uma estrutura metálica interna revestida por acrílico, material esse que constitui a porção visível da prótese. read more »

Noticias

Implantes dentários poderão ser feitos no SUS com nova técnica

Método nacional da “Ultra-Barra-Serson” beneficia camadas sociais mais carentes.

Pesquisadores brasileiros de implantodontia apresentam o moderno e premiado método da “Ultra-Barra-Serson”, que otimiza o protocolo de carga imediata sem a necessidade de solda. A inovação, reconhecida internacionalmente, barateia cirurgias implantodônticas em até 60%, e já é aplicada em pacientes por todo o Brasil. Indicada para a realização de carga imediata o Ultra-Barra-Serson para implantes dentáriosmétodo UBS é bem simples e tem como objetivo facilitar o acesso às pessoas que perderam dentes, não querem continuar a usar próteses totais (dentadura), mas não podem pagar muito por implantes comuns – estes chegam a custar, em média, R$ 2 mil reais por dente implantado!

O estudo científico que levou à técnica de implante pertence a dentistas especialistas em implantes e professores coordenadores.

“Com técnicas inovadoras como esta, o acesso à implantodontia está chegando a todas as camadas sociais mais carentes. O próximo passo é levar esta proposta para o Governo Federal avaliar a possibilidade de implantação no Sistema Único de Saúde, o SUS“.

BENEFÍCIOS IMEDIATOS


Além de oferecer uma melhor qualidade de vida, com a elevação da autoestima dos pacientes, a técnica brasileira propicia diversos benefícios aos que passam pelo procedimento cirúrgico. Diferentemente de outras técnicas implantodônticas, a técnica de reabilitação é realizada, em média, em 3h, e os pacientes saem com dentes já implantados. A recuperação pós operatória ocorre de forma rápida, com menos dores e sem traumas ou seqüelas, além de apresentar um prognóstico muito mais favorável.

“Ao perder dentes o osso da boca sofre uma reabsorção natural, que gera um murchamento ou atrofia na região da boca. Quando colocamos um implante, o osso mantém-se e evita que a boca murche. Dente ausente, doença presente; implante instalado, osso mantido”. Mas Atenção, não podem ser usados em todos, os casos. A indicação tem que ser verificada com o dentista.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Implantes Dentários

Qual o preço de um implante dentário?

Informar o preço de um implante dentário é algo complexo e infelizmente não temos condições de falar de forma como  se  isso  fosse o preço de um sapato ou de uma camiseta, seria bem prático, mas a informação seria falsa e anti-ética.

Quanto custa um implante dentário? Qual o preço de um implante dentário?

Para se realizar um implante dentário, é necessária uma avaliação criteriosa do estado atual de sua saúde bucal, verificando dentes presentes e seu suporte ósseo e peridontal, estado das gengivas, tecidos moles adjacentes, oclusão ( que vem a ser a forma como seus dentes superiores se encaixam com os inferiores) linha do sorriso, e diversos outros fatores que não podem ser avaliados à distância. Além das informações clínicas, temos diversos tipos de implantes no mercado, nacionais e importados e os valores variam também. read more »

Implantes Dentários

Os novos implantes dentários

Nem sempre é possível permanecer a vida inteira com os dentes originais. Na falta deles, existem os implantes, que dispõem de tecnologias e materiais cada vez mais modernos e conseguem devolver o sorriso a muita gente.

Modelos transparentes de implantes dentários

Os implantes dentários foram um dos destaques do Congresso Internacional do Centenário da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (CIOSP 2011), realizado no início de fevereiro em São Paulo. Enquanto centros de pesquisa buscam aperfeiçoá-los e estender sua indicação, cada vez mais brasileiros ostentam em sua boca as peças que reconstroem a dentição perdida. Mais versáteis, elas ocupam arcadas inteiras ou substituem unidades extraviadas — e olha que não é preciso ter tanta idade para recorrer a uma delas. “A implantodontia passa por um grande desenvolvimento, o que se reflete na melhoria dos tratamentos e do resultado estético”, avalia o coordenador científico do congresso. Nada melhor, então, do que conhecer as tendências nesse campo.
1. A VEZ DA ZIRCÔNIA
Quando se fala em implante, o nome de uma matéria-prima vem à cabeça do dentista: titânio. Consagrado nos quesitos eficácia e segurança, o metal tem uma história de quase 40 anos na odontologia. Uma alternativa, porém, emergiu recentemente: a zircônia. Os primeiros implantes à base desse material cerâmico desembarcaram no país nos últimos meses com a promessa de algumas vantagens. “Por ser isento de metal, ele anula os riscos de alergia e toxicidade”, segundo a Z-Systems, companhia suíça que desenvolve o produto. “E, como a zircônia é branca, não há a possibilidade de o dente ficar acinzentado, como não raro acontece com o titânio.” A zircônia teria, ainda, a capacidade de facilitar a recuperação da gengiva após o procedimento. E, como seu implante é dotado de uma única peça — os de titânio contam com o parafuso e, sobre ele, um pilar que faz a junção com o dente artificial —, seria menor o risco de a prótese ficar instável.
Apesar de tantos ganhos, sobretudo estéticos, alguns especialistas não creem que a zircônia desbancará o titânio tão cedo. “Sabemos que ela se mostra excelente na função de pilar para o dente, mas precisamos de mais estudos para validá-la como implante”, pondera o dentista Carlos Eduardo Francischone, professor da Universidade de São Paulo, em Bauru, no interior do estado.
2. SUPORTE GARANTIDO
Quando um dente abandona a boca, sua morada também é condenada a desaparecer — é que a cavidade onde ele ficava abrigado, o alvéolo dentário, perde a utilidade e acaba se extinguindo. Muitas vezes, além dessa perda, o tecido ósseo que sustenta a dentição se torna mais espesso, e esse cenário pode dificultar a instalação e o sucesso do implante. Para contrapor essa falta de chão, os profissionais apostam nos biomateriais, obtidos de elementos sintéticos ou naturais, como o osso bovino. “Eles funcionam como um suporte para a formação da massa óssea, visando à reconstrução do arcabouço que sustenta o dente”. É claro que, se a perda de osso for considerável, ainda não adianta apelar para os biomateriais — só o enxerto ósseo propriamente dito resolve o problema. Mas a tendência é que seu campo de atuação se estenda. “Nos Estados Unidos, a promessa é um material com proteínas capazes de estimular o crescimento ósseo e que poderia ser usado como alternativa ao enxerto”, conta o diretor do Instituto Nacional de Experimentos e Pesquisas Odontológicas, em São Paulo.
3. OS IMPLANTES CURTOS
Muitas pessoas que esperam pela reconstrução do sorriso deparam com uma pedra no caminho: a necessidade de se submeter a um enxerto ósseo. A falta dos dentes de verdade por anos a fio, o uso de dentaduras, acidentes ou, simplesmente, o avançar da idade contribuem com a perda de osso na mandíbula ou na maxila. Sem solo suficiente para fixar um implante direito, a saída é retirar um pedaço de osso da bacia, por exemplo, e introduzi-lo na boca — uma cirurgia que demanda de seis a nove meses de reabilitação. Mas alguns casos podem escapar desse inconveniente graças a uma tecnologia que se aperfeiçoou nos últimos anos: os implantes curtos. “Eles reduzem o custo e a agressividade do procedimento”, compara o dentista Alexandre Turci, de São Paulo, que abordou o tema em palestra no congresso. “Sem o enxerto, a recuperação se torna mais rápida”, completa Lenharo. Como o nome já entrega, esses implantes são mais baixos, porém robustos. “Seu desenho faz aumentar em 30% a área de contato do implante com o osso”, calcula Alexandre. Se um parafuso convencional (e comprido) fica instável diante de uma superfície óssea comprometida, a versão curta se prende melhor sem cobrar um preço tão alto para o dono da boca.
TAMANHO NÃO É DOCUMENTO
Entenda as diferenças entre o procedimento que exige enxerto ósseo e a alternativa que se vale dos implantes curtos
1. Antes de fazer um implante dentário:
Pessoas com pouco tecido ósseo na mandíbula ou na maxila precisam se submeter a uma cirurgia que transpõe um bloco de osso da bacia, por exemplo, para o canto da boca onde ficarão os implantes. Entre seis e nove meses depois, a região restaurada está pronta para receber o parafuso do implante e, transcorridos mais três meses, o dente artificial é colocado.
1 ANO – É o tempo necessário para a instalação do enxerto, do implante e do dente artificial
2. Com implantes curtos
Essa técnica pode eliminar a necessidade de recorrer ao enxerto. Os parafusos, menores e robustos, são instalados a exemplo dos tradicionais. Só que eles aumentam o contato da peça com o osso ocupado. Para preencher espaços que ficariam vagos, são feitos alguns ajustes, como dispor de coroas dentárias maiores.
3 MESES – É quanto seria preciso esperar para o implante curto receber a coroa dentária.
UM MILHÃO DE SORRISOS
O implante é uma espécie de parafuso incrustado no osso da mandíbula ou da maxila para fazer as vezes de raiz — em cima dele é acoplada uma peça, o pilar protético, que recebe o dente artificial. Essa solução se populariza no Brasil. “A estimativa é que em 2003 tenham sido colocados 300 mil implantes, e esse número subiu, em 2010, para mais de 1 milhão e meio”. Alguns fatores, como o desenvolvimento de materiais nacionais, justificam essa expansão. “Os implantes se tornaram mais acessíveis e aumentou o número de especialistas aptos a instalá-los”.
DENTADURA APOSENTADA?
É inevitável que, com a popularização dos implantes, surja a pergunta, elas sempre terão espaço. “Os implantes vieram para ficar, mas não resolvem tudo”, afirma. “E muita gente vive bem usando próteses removíveis.” Embora os preços dos implantes tenham caído nos últimos anos, as dentaduras ainda saem bem mais barato. E quem faz uso delas há anos e quer trocá-las por implantes pode precisar de um enxerto, o que eleva as cifras do tratamento.
OS IMPLANTES NA HISTÓRIA
COMO TUDO COMEÇOU?
Nas décadas de 1950 e 1960, o ortopedista sueco Per-Ingvar Brånemark descobre, por meio de experiências com animais, que o titânio se integra ao osso — o princípio básico para um implante funcionar.
PROGRESSO SORRIDENTE
Nas três décadas seguintes, os implantes se tornam realidade — Brånemark viaja pelo globo difundindo suas técnicas e se instala no Brasil — e passam por aperfeiçoamentos, tanto no campo das matérias-primas como no das cirurgias.
DENTES NOVOS EM MENOS TEMPO
Em meados dos anos 2000, surge uma nova técnica, a da carga imediata. Antes dela, após a introdução do implante, era preciso esperar de três a seis meses para colocar a coroa definitiva. Com a novidade, o dente é fixado em um prazo de até dez dias.
ADEUS AOS CORTES
A tomografia computadorizada é recrutada pela implantodontia. O dentista se guia pelas imagens de um monitor para introduzir o parafuso do implante dentário. Mais conforto e rapidez durante e após o procedimento.

Fonte: CROSP

Implantes Dentários

Nova técnica faz implante dentário sem cortes

Uma nova tecnologia já disponível no Brasil permite a colocação de um implante dentário sem corte na gengiva. Toda a cirurgia é montada antes no computador, a partir de uma tomografia tridimensional da arcada dentária do paciente e de softwares especialmente desenvolvidos para esse fim. Além de ser menos invasiva, a cirurgia guiada possibilita a fixação do implante e a colocação do novo dente (prótese) no mesmo dia (implante com carga imediata). Mas ela não é indicada para todos os pacientes. Quem tem perda óssea, por exemplo, precisa passar antes por um enxerto de osso. Na cirurgia guiada, o paciente faz uma tomografia computadorizada, e o dentista transfere os dados para o computador. Um software lê os dados e reproduz, em três dimensões, todo o crânio da pessoa fazendo um planejamento virtual do implante. Na tela, o dentista analisa a formação dos ossos da mandíbula e da maxila e escolhe os locais ideais onde serão fixados os implantes. O procedimento tem um custo adicional de R$ 200 a R$ 800 ao valor pago pelo implante –cada dente custa de R$ 900 a R$ 1.500. “O planejamento prévio diminui as chances de erro e evita que o cirurgião corte toda a extensão da gengiva para examinar o osso e escolher os locais para a perfuração e a colocação do implante”, diz o cirurgião-dentista Rodolfo Candia Alba Júnior, diretor da Associação Brasileira da Indústria Médico-Odontológica. O fato de a cirurgia não envolver cortes também deixa o paciente menos exposto a infecções e não há necessidade do uso de antibióticos –indicados nas cirurgias convencionais. Outra vantagem do procedimento, segundo o cirurgião-dentista Luiz Antonio Mazzucchelli Cosmo, é que, sabendo previamente onde estarão os implantes, a prótese pode ser feitas antes e instalada no mesmo dia. Para a dentista Nerli Juliano, a técnica é promissora mas tem indicação só para pacientes sem perda óssea. “Se tem osso, já é possível fazer hoje uma cirurgia minimamente invasiva”.

Fonte: Folha de S.Paulo

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