Monthly Archives: julho 2010

Higiene Bucal

A Saúde Bucal dos Idosos

Sorria na terceira idade

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?

Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista. A sensibilidade pode se agravar com a idade.

Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado. As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca. Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.

As dentaduras (ou porótes totais) tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.

A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:

  1. Má alimentação.
  2. Higiene bucal inadequada.
  3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
  4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
  5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.

Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.

As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Fonte: Site Golgate

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Implantes Dentários

Sorriso na melhor idade. Implantes dentários, uma grande alternativa.


O aumento da longevidade do ser humano é uma realidade observada atualmente nas populações mundiais, onde os cidadãos idosos estão vivendo mais e em condições mais saudáveis do que em qualquer tempo do passado da humanidade.
Os idosos constituem um grupo especial com estilo de vida, condições sociais e de saúde e necessidades bastante diferentes do restante da população. Muitos deles apresentam-se com doenças crônico-degenerativas advindas do

Sorriso na Melhor idade

sistema cardiovascular (por exemplo, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral), além de diabetes mellitus, osteoporose, neoplasias, artrite, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, problemas psiquiátricos, entre outros, que frequentemente afetam a qualidade de vida desses indivíduos e alteram a normalidade de um tratamento, seja ele da saúde geral ou de saúde bucal.
Do ponto de vista odontológico, cáries, doença periodontal, câncer bucal, problemas oclusais, diminuição ou falta de saliva, ausência parcial ou total de dentes são observados nos idosos e relacionam-se diretamente com as condições de saúde geral e com o grande número de medicamentos usados por estes pacientes. Daí a importância da prevenção e manutenção de uma saúde bucal e geral adequadas nesta faixa etária, uma vez que não é possível separar a cavidade bucal do organismo como um todo.
Dentre as alterações ocorridas na cavidade oral do idoso, a perda de elementos dentários é a que implica em maiores consequências para os demais órgãos do corpo humano. Qualquer alteração na boca pode comprometer o funcionamento adequado de um órgão consecutivo a ela que, pela interdependência dos sistemas orgânicos, ajuda a influenciar outros em maior ou menor intensidade, a curto,médio ou longo prazo.
A ausência parcial ou total de dentes leva a uma redução na capacidade mastigatória, pois o paciente evita alimentos consistentes e fibrosos, deixando de ingerir nutrientes essenciais para a boa qualidade da sua dieta e que contribuem para exacerbar os problemas sistêmicos que, por sua idade, já possa estar apresentando.
Para voltar a permitir uma função mastigatória adequada às suas necessidades alimentares mínimas na 3a Idade, diversas opções protéticas são viáveis aos idosos como próteses convencionais fixas, removíveis, totais e sobredentaduras. Porém, sua menor eficiência mastigatória, quando comparadas à dentição natural se tornam evidentes especialmente para suprir as necessidades funcionais nesta faixa etária.
Nos últimos anos, os implantes dentários assumiram grande importância entre a população geriátrica, onde além de melhorarem a estética e a função, as próteses implanto-suportadas podem prevenir a perda de auto-estima e combater o isolamento social, causados pela ausência de dentes ou destes estarem em péssima composição para um correto preparo do bolo alimentar, bem como no aspecto visual e assim não permitindo ao indivíduo desfrutar de um envelhecimento com boa qualidade de vida física, social e psicológica.
Os implantes dentários funcionam como “pinos” intra-ósseos que são capazes de melhor reter as próteses totais (“dentaduras”) em posição, evitando o seu deslocamento, podendo ser usados também como suporte para próteses fixas. O material desses implantes é o titânio puro, que é biocompatível com os tecidos bucais, ou seja, não causam danos a cavidade bucal.
O fato de ser idoso não seria uma contra-indicação para o uso de implantes. Vários estudos mostram que os problemas cirúrgicos ou protéticos e complicações encontradas em pacientes geriátricos são similares àquelas reportadas em alguns pacientes jovens ou mesmo adultos. O tratamento com implantes deveria levar em conta normas médicas de saúde geral, onde todo o esforço deve ser focado na seleção meticulosa do paciente, visando considerar possíveis condições geriátricas responsáveis por previsíveis falhas no uso de implantes.
Para serem indicados ao tratamento com implantes, os pacientes devem ser cooperativos, estarem efetuando uma boa higiene bucal, motivados, não serem fumantes, estarem livres de hábitos parafuncionais (como roer unha, ranger os dentes, apoiar cachimbo na boca, como exemplos), ter boa quantidade e qualidade óssea, estarem cientes de todos os procedimentos que eles experimentarão tanto no nível cirúrgico, quanto no protético, além de gozar de boa saúde geral, confirmada por exames laboratoriais e com o aval de seus médicos para que realize os procedimentos a serem propostos.
Com o advento dos implantes, desde que o paciente idoso atenda aos requisitos necessários da parte cirúrgica – como os relatados acima -, a prótese implanto-suportada, seja ela fixa ou removível, surge como uma nova e excelente alternativa para a reabilitação protética na terceira idade.
Outro ponto importante é visitar regularmente o dentista que os instalou, para que qualquer problema surgido possa ser resolvido ainda em sua fase inicial.
Procure seu dentista que domine esta fascinante área, e com ele converse sobre todos os pontos aqui descritos, pois os implantes devem durar muitos anos, mas precisam ser muito bem planejados e discutidos com os médicos, baseado nas características de saúde daquele paciente idoso. Aí é só sorrir e usufruir a 3a Idade.

Fonte: Informativo SINOG

Mercado

Queixas contra implantes crescem em SP


reclamacao

De acordo com matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em 10 de julho, a utilização de materiais “piratas” e falta de perícia de profissionais estão entre as principais causas dos problemas.
Em cinco anos, a proporção de denúncias de implantes malfeitos triplicou no Crosp (conselho regional de odontologia paulista). Em 2004, uma em cada dez reclamações eram referente a implantes. Ano passado, as queixas na área representaram 30% do total de 305 recebidas pelo conselho.
Hoje, 1 milhão de implantes são fixados por ano na boca dos brasileiros – 60% a mais do que se fazia há quatro anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria Médico-Odontológica.
O surgimento de clínicas populares, a oferta de mão de obra barata e despreparada em razão do excesso de faculdades de odontologia e a proliferação de implantes com peças “piratas” são apontadas como causas do aumento das reclamações.
O resultado dessa salada russa pode ir muito além da perda do implante, que custa entre R$ 1.000 e R$ 3.000. A imperícia pode levar a lesões de nervos e infecções.
A auxiliar de enfermagem Maria Aparecida de Carvalho, 40, que o diga. Há um ano, ela raspou a poupança para colocar cinco implantes, que custaram R$ 8.000 em uma clínica popular. Mas até hoje ela não conseguiu ter os tão sonhados dentes.
Maria sofreu uma lesão no nervo dentário na mandíbula superior, que levou a uma paralisia na região. “Bebia alguma coisa e babava igual a um bebê.” Ela denunciou o dentista ao conselho.
Segundo o cirurgião-dentista Luiz Antonio Cosmo, especialista em implantologia e da Academia Americana de Osseointegração, uma tomografia da região poderia ter evitado o problema.
“Tem muita clínica instalando implante a todo custo. Colocam profissionais com pouca experiência, que usam peças inadequadas”, diz ele.
Outro problema comum, segundo Cosmo, é a instalação de implantes na chamada ameia interdental (espaço entre um dente e outro), que compromete o alinhamento dos dentes restantes e, em geral, leva à perda do implante recém-colocado.
Implantes fixados no osso zigomático (maçã do rosto), sem indicação precisa, também pode gerar infecção.
“Falta experiência e estudo. O profissional que faz implantes precisa conhecer prótese, cirurgia e periodontia. Um bom planejamento e equipamentos adequados,, certificados, são cruciais.”
“Pirataria”
De acordo com o cirurgião-dentista Rodolfo Candia Alba Júnior, diretor da Associação Brasileira de Indústria Médico-Odontológica, outro problema que preocupa são as peças piratas, produtos de contrabando ou fabricados sem o registro da Anvisa.
“Muitas empresas viram na área um negócio promissor e estão fabricando peças sem regulamentação. São mais baratas, adquiridas por profissionais sem treinamento, que desconhecem os problemas que podem causar.”
Alba Júnior explica que o implante “legal” tem um registro que sai de fábrica e é a garantia de que se trata de um produto de qualidade.
Segundo ele, em geral, não há problemas de qualidade com pino de titânio: desde que seja esterilizado, se integra facilmente ao osso.
O risco está nas conexões, componentes que serão encaixados ao implante e emergidos fora da gengiva para a colocação da prótese.
“Se as conexões não tiverem qualidade, elas serão incapazes de sustentar o alto impacto gerado pela força de mastigação, por exemplo. Então, no prazo de seis meses a um ano, os parafusos se afrouxam com facilidade, e a peça solta o dente.”

Fonte: Revista Dental Press

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Implantes dentários podem frear processo de reabsorção óssea

Especialistas informam que a doença periodontal atinge tecidos em torno dos dentes, desde a gengiva e osso até ligamentos de suporte dos dentes, e a manifestação é, muitas vezes, indolor. Por isso, a perda_osseaimportância de manter um controle preventivo periódico da saúde bucal. Mas, em determinadas situações técnicas como os implantes podem ser a solução para os problemas e significar reabilitação estética e funcional.
O agente causador conhecido da doença é a placa bacteriana que acumula sobre a superfície do esmalte do dente e nos sulcos da gengiva. Com a inflamação da gengiva, as fibras e tecidos que suportam os dentes ficam comprometidos. Como consequência, um ou mais dentes podem ficar abalados: é a conhecida reabsorção óssea.

Para o cirurgião-dentista José Tarcísio Borges, especialista em implantodontia, com foco em reabilitação oral e estética, implantes podem deter esse processo. Ele explica que a reabsorção pode gerar problemas funcionais e até psicológicos nas pessoas, já que elas ficam desdentadas. “A função do osso maxilar e mandibular é sustentar os elementos dentários para permitir a mastigação. Quando a pessoa perde um dente, aquele osso perde sua finalidade principal e passa a ser reabsorvido pelo organismo”, revela. Borges assegura que atualmente existem técnicas regenerativas de osso e biomateriais que possibilitam a recuperação anatômica de áreas já bastante reabsorvidas.

Segundo o cirurgião-dentista, na maioria dos casos a reabsorção é mais acentuada pela pressão das próteses removíveis. “Outro fator pode ser a própria idade do paciente. A idade avançada associada a problemas hormonais como osteoporose, por exemplo, pode gerar uma perda na qualidade óssea e, consequentemente, problemas estéticos e funcionais. Há casos em que esses efeitos são dramáticos e debilitam o paciente progressivamente”, afirma.

Os enxertos ósseos estão entre as técnicas regenerativas que permitem a recuperação do paciente para que ele possa submeter-se à colocação dos implantes dentais com resultados mais satisfatórios. “Um bom tratamento dentário devolve e até eleva a autoestima do paciente. No entanto, o mais importante é restabelecer a função primordial dos dentes, que é mastigar, além de curar determinadas doenças e restabelecer a normalidade da cavidade bucal”, completa o especialista.

Fonte: JMonline

Implantes Dentários

Tomografia Cone Beam o mais novo aliado do dentista no implante dentário

Reconstrução 3D realizada com Tomografia Cone Beam

Entre os maiores avanços tecnológicos recentes da Odontologia, com certeza um dos destaques é a tomografia computadorizada (TC) de feixe cônico, ou Cone Beam, que levou o diagnóstico por imagem odontológico para mares nunca antes navegados.

A tecnologia vem entrando de forma mais efetiva no Brasil nos últimos dois anos e está sendo bem aceita, principalmente pelos cirurgiões-dentistas jovens, geralmente mais abertos às novidades do que os bem experientes.

Segundo o Cirurgião Dentista e Prof. Luiz Roberto da Cunha Capella (foto), especialista em Radiologia e em Implantodontia, a TC já era bem esperada pelos profissionais brasileiros e deve ficar cada vez mais acessível, em custo

Luiz Roberto Capella - Sócio Diretor da Papaiz Associados - Radiologia Odontológica

e em oferta. “Esta tecnologia pode ser aplicada em diversas especialidades, principalmente Ortodontia, Ortopedia Funcional dos Maxilares, Implantodontia e Cirurgia Bucomaxilofacial, permitindo melhor mensuração óssea e traçados cefalométricos em 3D”, diz Capella.

Como já tem sido divulgado, o grande diferencial da tomografia computadorizada em relação à radiografia é a imagem resultante em três dimensões, abrindo novos olhares sobre as imagens obtidas por raio X. “Em 2009, fez 114 anos da descoberta do raio X. Até a década de 1970, só tínhamos no Brasil a radiografia intrabucal. Foi quando chegou ao País a radiografia panorâmica, fazendo muita diferença, mas tinha o problema da falta da tridimensionalidade. De lá pra cá, a grande mudança foi a tomografia Cone Beam, um avanço excepcional”, avalia o Dr. Élio Giacomo Papaiz, Ex Prof. de Radiologia da USP e Diretor clínico da Papaiz Associados – Diagnósticos por Imagem , maior rede de Diagnósticos por imagem localizada na Cidade de São Paulo, que desde 2009 passou a usar o tomógrafo iCat para exames odontológicos.

Reprodução mais fiel

Na prática, a imagem da TC é mais fiel à anatomia do complexo maxilomandibular do paciente, pela tridimensionalidade já citada e por ter precisão milimétrica – cada corte da imagem adquirida pode ter até 0,12 milímetros de espessura. Assim, são fornecidos mais detalhes para um diagnóstico mais seguro e para o planejamento do tratamento ou cirurgia a ser realizado. “Se o profissional planeja melhor, maior é a margem de sucesso. E isso leva a procedimentos mais rápidos, menos invasivos, com melhor pós-operatório”, diz Capella.

Software de Manipulação de imagens - I-Cat Vision
Software de Manipulação de imagens – I-Cat Vision

Como exemplo, o especialista explica a vantagem da tecnologia aplicada à Implantodontia: “Agora é possível ver antes o quanto o paciente tem de osso. Antes, havia o risco de abrir a gengiva e só aí ver que ele não tinha osso suficiente para colocar o implante, pois a radiografia mostra a quantidade óssea na altura apenas e falta a informação da profundidade. Então, tínhamos uma cirurgia feita desnecessariamente”.

A tomografia também vem amparada pelo suporte digital, que permite que as imagens sejam manipuladas, melhoradas em seu contraste, por exemplo, e visualizadas de diversas formas no computador, antes de serem impressas. É possível até obter cortes frontais, axiais e laterais para cefalometria.

Todas essas novas informações também exigem que o profissional se atualize, se adeque a elas, para que faça bom uso. “O laudo conclusivo do exame deve ser feito por profissional especialista e qualificado, e deve ser bem detalhado, com informações já interpretadas. Ele vai ser muito importante para o cirurgião-dentista optar pelo tratamento mais indicado. Os radiologistas agora têm que estudar e conhecer bem a técnica”, reforça Capella.

Radiação e custo em consideração

Mesmo acrescentando tanto à Imaginologia odontológica, os especialistas na área não acreditam que a TC vá substituir totalmente os sistemas tradicionais. Segundo  Élio Papaiz ,a nova tecnologia não vai tomar o lugar do exame intraoral, mas vai auxiliá-lo. “Além disso”, completa, “os exames tradicionais são mais difundidos e mais baratos, e alguns protocolos devem começar mesmo pela panorâmica”. Mas Capella coloca que, dependendo do tratamento a ser realizado, o uso da tecnologia compensa. “Na reabilitação com implantes, por exemplo, comparado com o valor total do tratamento, o custo da tomografia, que pode variar entre 280 e 480 reais, compensa”, explica.

Outra preocupação em relação a TC Cone Beam (ou de feixe cônico) é a dose de radiação a que pacientes e profissionais são expostos. Mas ela requer os mesmos cuidados que as radiografias tradicionais e apresenta dose de exposição equivalente a radiografias periapicais de todos os dentes, segundo Capella. O fato da tomografia fazer parte de um processo totalmente digital, que é mais sensível, também contribui para sua pouca radiação. Além disso, o formato evita que o exame precise ser repetido e o paciente, exposto novamente, já que a imagem é verificada e melhorada no computador antes de impressa ou revelada.

Neste quesito, a Cone Beam também apresenta vantagens em relação à tomografia computadorizada espiral, ou Fan Beam (conhecida como médica), para exames da região de cabeça e pescoço. Isso porque a médica emite o feixe de raios X em planos, enquanto na outra a emissão é em forma de cone – daí vem seu nome -, diminuindo em 20% a dose liberada. Assim, com mais este diferencial, a tomografia computadorizada enfim chegou com mais força à Odontologia e, com certeza, chegou para ficar.

Higiene Bucal

Escova dental deve ser específica após a colocação de um implante

Especialista afirma que depois da realização de um implante, extração de dente, tratamentos de lesões orais, radioterapia e/ou quimioterapia, entre outras intervenções, o ideal é utilizar uma escova adequada para não machucar e otimizar o tempo de recuperação.

Antes de definir qual o profissional de odontologia que realizará o procedimento, é primordial verificar se o consultório obedece às condições mínimas de higiene e segurança, como instrumentos e materiais esterilizados ou descartáveis, limpeza do local, entre outros detalhes. No entanto, além dos cuidados no

Escova Interdental

pré-atendimento, o sucesso da intervenção odontológica só será satisfatório se o paciente seguir alguns cuidados no pós-tratamento como, por exemplo, a utilização da escova dental correta após a colocação de um implante, ou qualquer outro procedimento em que escovas normais não são recomendadas.

Existem no mercado escovas de formas e tamanhos variados de diversas marcas, nacionais e importadas. Todavia, poucas se preocupam em oferecer produtos específicos para a higienização oral após a realização de um procedimento odontológico. Segundo o professor em Odontologia da UNIBAN, Hugo Lewgoy, é fundamental que o paciente utilize a escova correta depois de realizar um implante ou logo em seguida de uma exodontia (extração dentária), traumatismos, biópsias etc. “O paciente precisa buscar um produto que traga conforto e segurança, sem machucar as gengivas após todos os casos de cirurgias orais maiores ou menores”.

Uma das poucas opções de escova dental disponível no mercado brasileiro específica para o uso pós-procedimento odontológico, comenta o professor, é a escova CS Surgical “megasoft”. De acordo com a Curaden Swiss, empresa fabricante do produto, essa escovapossui cerdas megamacias com fibras de CUREN® com apenas 0,06 milímetros de diâmetro (o menor diâmetro do mundo para cerdas) e extremidades arredondadas, portanto, ideal para quem fez implante ou que apresenta lesões orais, aftas, ou que realizaram radioterapia e/ou quimioterapia e está com as mucosas orais muito sensíveis.

“Para ser utilizada no pós-operatório, a escova dental precisa ter uma cabeça pequena e compacta e que faça a desorganização da placa bacteriana de forma suave nas regiões recém-operadas. O Ideal, também, é que essa escova específica seja utilizada em conjunto com a clorexidina, ou seja, um agente anti-infeccioso que apresenta uma baixa toxicidade e é amplamente utilizado sob as formas de antissépticos a 0,12% ou 0,2%, um item obrigatório para os profissionais que realmente se preocupam com a saúde e o conforto dos pacientes”, conclui Lewgoy.

Curaprox – Fundada na Suíça pela família Breitschmid, a Curaprox atua na área odontológica desde 1940. É uma empresa comercial desde 1954 e lançou a linha especial de higiene oral em 1974. Na Europa, tem um papel pioneiro em higiene interdental. É uma empresa de comercialização na Alemanha desde 1976, nos Estados Unidos da América desde 1999, com filiais na Europa, América, Ásia, África e no Oriente e agora também no Brasil.

Os produtos Curaprox refletem décadas de pesquisas, um conhecimento profundo sobre higiene oral e o trabalho em cooperação com as principais lideranças profissionais da Odontologia mundial. Estes produtos traduzem-se em benefícios abrangentes com alta qualidade e sofisticação para garantir a prevenção das doenças orais de forma totalmente eficiente e sem machucar as gengivas.

Fonte: Curaden – www.curaden.com.br

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